domingo, 1 de março de 2009

Essa você não encontra no Mais Você

Todos aqueles que fazem parte de uma denominação religiosa, sabem os desafios de se permanecer firme, ou seja, permanecer no caminho estreito e apertado. Por isso gostaria de destacar uns pontos importantes que podem servir de obstáculos e talvez o remédio para isto, que acredito serem essenciais para não “largarmos a barra de ferro”.

A Pressão do Mundo
Émile Durkheim sociólogo francês, defendia a tese de que para não sofrermos coerção da sociedade (pressão para fazer ou deixar de fazer alguma coisa), deveríamos ser submissos ao que ela nos impõe devido a sua superioridade, as quais não podemos superar.
É possível vencermos ou superar através da união. Isso ocorre quando vários indivíduos se unem em torno de um mesmo objetivo. Um ditado judeu deixa claro isso: “Quando meu irmão se volta contra mim, sou eu contra meu irmão, mas quando o mundo se volta contra meu irmão, sou eu e meu irmão contra o mundo”.
Mas muitas vezes não podemos contar com o irmão e nem devemos ser sempre dependentes dele, devemos apegar primeiramente e com todas as forças ao Senhor. Já vi na TV, pessoas tentando se defender dos ventos de um furacão ou de uma correnteza; nas duas situações, as pessoas se seguravam com todas as forças em alguma coisa para se salvar.
Só o nosso testemunho é que pode servir como barra de ferro e nos ajudar a apegar verdadeiramente ao Senhor e superar de forma real a dificuldade. Só nos apegando a Ele com todas as forças, é que podemos sobrepujar a tempestade.

O Joio que está no meio do trigo.
Outras vezes, nos comportamos como um Joio no meio do trigo e ofendemos nosso irmão ou lhe fazemos algumas coisas que lhe ajudam a fraquejar. Que pode ser ao contrário também, mas devemos encarar que às vezes podemos não ser as vítimas. De qualquer forma, nesses momentos o nosso testemunho faz novamente a diferença e nos faz lembrar: “Com quem fiz meus convênios? Com Deus ou com meu irmão?”.
Se Néfi, José ou Jesus Cristo não pensassem assim?

Quando se perde as esperanças e deixa de acreditar em si mesmo
Não tenho capacidade de vencer esta fraqueza, não vou conseguir casar, não vou conseguir superar esta provação. O testemunho mais uma vez entra em ação, e nos dá a esperança por acreditarmos no Salvador, de que, por mais que seja difícil, ou mesmo que você viva esta vida toda com a provação, devemos pensar que no final poderemos receber a recompensa dos fiéis e ouvir dizer: Seja bem vindo meu filho, pois fostes um servo fiel e leal.

Por quebrarmos os convênios e mandamentos
Existem coisas grandes como quebrar a Palavra de Sabedoria, Lei da Castidade, Dízimo, etc. Acredito que o testemunho nesse caso também é uma ferramenta importantíssima nos ajuda a não errar, arrepender sinceramente... Acredito também que, tropeçando nas coisas “pequenas”, como não ler as escrituras, não jejuar, colocar seus interesses em primeiro lugar ao invés de colocar a vontade de Deus, são pontos críticos para tropeçarmos nas ciosas maiores. Eu nunca tropecei por causa de um monte, mas nas pedras pequenas. Essas “pequenas coisas” são essenciais para nos ajudar a adquirir um testemunho que como vimos é importantíssimo e também nutri-lo. Acredito que isso tem conseqüências em todos os tópicos, pois é o alicerce de toda a nossa fé em Cristo. “E quando uma casa não tem um bom alicerce, ela cai”.

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